Entrevista

‘Não dá para falar de democracia sem falar da questão racial’

Juliana Domingos

01 de junho de 2020(atualizado 28/12/2023 às 12h42)

Ao ‘Nexo’ o professor Silvio Almeida analisa a onda de protestos contra violência policial e racismo nos EUA, e comenta a relação dos atos americanos com manifestações brasileiras

FOTO: NICK OXFORD/REUTERS – 31.MAI.2020

Em primeiro plano, homens negros de costas erguem o braço com punho fechado diante de manifestação

Protesto em Oklahoma City, nos EUA, realizado no sexto dia após a morte de George Floyd, asfixiado por um policial branco

Meses após a chegada do novo coronavírus a países como Estados Unidos e Brasil, a crise deflagrada pela pandemia divide espaço com agitações de ordem política e social.

Nos EUA, o assassinato de um homem negro, George Floyd, por um policial branco, Derek Chauvin, em 25 de maio, levou a protestos que ganharam escala nacional.

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