Entrevista

‘A ultradireita cooptou o debate sobre ativismo judicial’

Isabela Cruz

26 de julho de 2021(atualizado 28/12/2023 às 23h15)

O ‘Nexo’ conversou com Emílio Meyer, professor de direito constitucional da UFMG, sobre a relação de movimentos populistas autoritários com cortes supremas, e como isso acontece no Brasil

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FOTO: ADRIANO MACHADO/REUTERS – 14.JUN.2020

Manifestantes levantam bandeira do Brasil e placa com os dizeres "Supremo é o povo"

Manifestantes em ato a favor do presidente Jair Bolsonaro e contra o Supremo Tribunal Federal

Cortes constitucionais são alvo frequente de movimentos populistas autoritários. No caso brasileiro, o desgaste do Supremo Tribunal Federal se agrava porque, além das ameaças feitas pelo governo Jair Bolsonaro, o próprio histórico de decisões do tribunal contribuiu, junto a fatores como a politização das Forças Armadas, para desgastar o sistema constitucional do país.

Essa é a análise de Emilio Peluso Neder Meyer, professor associado de direito constitucional da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) e autor do livro “Constitutional Erosion in Brazil” (Erosão Constitucional no Brasil, em inglês), publicado pela editora Hart, do Reino Unido.

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