Entrevista

‘Desdenhar evangélicos é desconhecer o Brasil popular’

Isadora Rupp

18 de dezembro de 2021(atualizado 28/12/2023 às 23h34)

Antropólogo Juliano Spyer fala ao ‘Nexo’ sobre a pesquisa de campo que deu origem ao seu livro ‘Povo de Deus’ e a distância entre grupos da esquerda e a população que segue o pentecostalismo

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FOTO: REUTERS

Culto em uma igreja da Assembleia de Deus com o pastor Crenilton Ferreira em 2018, no Maranhão.

Culto em uma igreja da Assembleia de Deus com o pastor Crenilton Ferreira em 2018, no Maranhão.

Lançado em 2020, o livro “Povo de Deus: Quem São os Evangélicos e Por Que Eles Importam” (Geração Editorial), do antropólogo Juliano Spyer, com prefácio de Caetano Veloso, é visto por parte da esquerda como uma espécie “manual” para buscar uma reaproximação com a população evangélica, que aderiu em peso a Jair Bolsonaro e à extrema direita nas eleições presidenciais de 2018.

Spyer rejeita a definição. “Manual instrumentaliza. Meu livro populariza alguns estudos sobre antropologia e sociologia da religião que tratam da importância local da igreja evangélica nos bairros pobres. Ainda estou um pouco surpreso com a atenção que o livro vem ganhando, e acredito que esse interesse tem a ver mais com o fosso social”, disse Spyer nesta entrevista ao Nexo .

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