Explicado

Pílula anticoncepcional: da revolução sexual à revisão de seu uso

Juliana Domingos

15 de setembro de 2017(atualizado 28/12/2023 às 08h03)

Inventado nos anos 1960, medicamento revolucionou a contracepção e o comportamento. Mas tem sido questionado por mulheres que buscam menos hormônios e mais partilha de responsabilidade com os homens

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    FOTO: WIKIMEDIA COMMONS

    Cartela de pílula ao fundo rosa

    Cartela de medicamento contraceptivo oral inibe a ovulação

    A pílula anticoncepcional chegou ao mercado nos anos 1960 e revolucionou a saúde e o comportamento. Muito mais eficiente para evitar a gravidez, impactou a autonomia das mulheres sobre o próprio corpo e possibilitou a tomada de decisão, por parte delas e das famílias, a respeito de querer ter filhos, além de quando e quantos.

    Desencadeou, assim, uma mudança comportamental importante na relação das mulheres com o sexo, sobretudo do sexo fora do casamento, e é, por isso, frequentemente indicada como estopim da Revolução Sexual.

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