Expresso

Cinema brasileiro tem poucos negros, na frente e atrás das câmeras

Tatiana Dias

29 de fevereiro de 2016(atualizado 28/12/2023 às 01h34)

Pretos e pardos correspondem à metade da população, mas são apenas 15% dos atores principais e 2% dos diretores de filmes nacionais

FOTO: DIVULGAÇÃO

Cena de ‘Tropa de Elite 2’, filme brasileiro com a maior bilheteria de todos os tempos

A questão racial esteve no centro do debate do Oscar de 2016, pelo fato de nenhum negro ter sido indicado à premiação. Em alta em Hollywood, a questão da representatividade no cinema também vem à tona agora no Brasil, um país em que pretos e pardos correspondem à metade da população, mas são apenas 15% dos atores principais e 2% dos diretores de filmes nacionais.

Os dados são da pesquisa “ A Cara do Cinema Nacional : perfil de gênero e cor dos atores, diretores e roteiristas dos filmes brasileiros”, conduzida por pesquisadores da Universidade Estadual do Rio de Janeiro. No levantamento, que analisou os lançamentos brasileiros de maior bilheteria entre os anos de 2002 e 2014, os pesquisadores perceberam que o cinema nacional tem cor e gênero: é branco e masculino.

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