Expresso

Estresse, tabu e hierarquia: por que os policiais se matam

André Cabette Fábio

21 de abril de 2016(atualizado 28/12/2023 às 01h47)

Pesquisadores analisam os motivos que fazem a Polícia Militar do Rio de Janeiro ter um índice de suicídios maior do que a população do Estado

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FOTO: TÂNIA RÊGO/AGÊNCIA BRASIL

Policial Militar na inauguração da UPP da Rocinha, em 2012

Policial Militar na inauguração da UPP da Rocinha, em 2012

Além do risco de morrer em combate, policiais também têm uma chance maior de se suicidar. Longas jornadas de trabalho, afastamento da família, desvalorização profissional e falta de acompanhamento psicológico contribuem para que isso ocorra.

Lançado no final de março, o livro “Por que Policiais se Matam?”, do Grupo de Estudo e Pesquisa em Suicídio e Prevenção ( Gepesp ) da Universidade Estadual do Rio de Janeiro em parceria com a PM fluminense, aponta que policiais militares do Rio de Janeiro tiveram em 2009 uma chance 6,6 vezes maior de cometer suicídio do que a média da população do Estado. O problema se repete em outras polícias do país, mas é um tabu. E a falta de notificação dos casos sugere que é ainda mais grave, aponta o trabalho.

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