Expresso

O que é o fujimorismo e como ele pode voltar ao poder no Peru

João Paulo Charleaux

02 de junho de 2016(atualizado 28/12/2023 às 01h56)

Keiko Fujimori é a favorita nas pesquisas para a eleição presidencial de país sul-americano. Chance de vitória traz consigo o temor de um indulto ao pai da candidata, preso por crimes contra a humanidade desde 2005

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FOTO: MARIANA BAZO/REUTERS – 02.06.2016

Keiko Fujimori participa de atividade de campanha eleitoral

Keiko Fujimori participa de atividade de campanha eleitoral

Se as pesquisas se confirmarem, Keiko Fujimori , do partido Força Popular, deve vencer o segundo turno das eleições presidenciais peruanas no domingo (5). Mas, ainda que isso não aconteça, uma votação expressiva já terá ressuscitado um fantasma que o país andino pensava ter superado: o fujimorismo.

Keiko é filha de Alberto Fujimori, que governou o Peru por três mandatos consecutivos entre 1990 e 2000, e se encontra preso desde 2005 por crimes contra a humanidade. A candidata se equilibra durante toda a campanha entre herdar o espólio “fujimorista” do pai, que é amado por parte da população, e se mostrar independente em relação a um legado de brutalidade, sequestros, tortura, morte e censura.

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