As histórias das mulheres que precisaram se passar por homens para fazer o que queriam
Beatriz Montesanti
16 de junho de 2016(atualizado 28/12/2023 às 01h58)Elas mudaram de identidade para ganhar espaço num mundo de dominância masculina. Conheça os casos mais marcantes
Por 16 anos, a paquistanesa Maria Toorpakai Wazir se apresentou como Genghis Khan
Em 1959, a americana Rena Kanokogi venceu um campeonato de judô organizado pela associação de jovens homens cristãos (YMCA, na sigla em inglês). Billy Lee Tipton atraiu holofotes na cena de jazz dos anos 1930 e 1940. No século 8, Marina viveu como um monge num monastério do Vale de Kadisha, região onde hoje é o Líbano.
Em comum, todas essas mulheres agiram sob um disfarce masculino para poder fazer aquilo que queriam. E estão longe de serem as únicas. Na história, e em diferentes culturas, mulheres se passaram por homens para poder ir para guerra, praticar esportes, trabalhar, escrever e até mesmo criar os próprios filhos.
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