Expresso

Como a abertura da Olimpíada ofereceu uma pausa no mau-humor com os jogos

Bruno Lupion

06 de agosto de 2016(atualizado 28/12/2023 às 02h17)

Cerimônia ocorreu como planejada e recebeu elogios. Discurso do presidente do Comitê Olímpico Brasileiro mira imaginário popular ao dizer que o brasileiro seria um povo capaz de superar adversidades

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FOTO: MARKO DJURICA/REUTERS

Cerimônia de abertura da Olimpíada, no Maracanã

Cerimônia de abertura da Olimpíada, no Maracanã

Não houve atentados, não apareceram gambiarras e nenhuma faixa “Fora Temer” surgiu na televisão durante a cerimônia da abertura da Olimpíada, na sexta-feira (5), no estádio do Maracanã, no Rio. Ela transcorreu com normalidade, recebeu elogios e cumpriu o papel de aglutinar alguma dose de boa-vontade do brasileiro sobre o evento em meio à aguda crise econômica e política do país.

O presidente interino Michel Temer recebeu vaias, logo após anunciar o início oficial da Olimpíada, mas foram rapidamente superadas pela queima de fogos. Do lado de fora do Maracanã, protestos no Rio e em São Paulo registraram as vozes de grupos que criticam o processo de impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff e os projetos de Temer sobre corte de gastos e mudança de regras trabalhistas e previdenciárias.

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