Expresso

O caso Lula: como ‘prova’, ‘indício’, ‘evidência’ e ‘convicção’ são usados em uma denúncia

João Paulo Charleaux

15 de setembro de 2016(atualizado 28/12/2023 às 02h19)

Em entrevista e na acusação formal, procuradores usam termos técnicos e expressões leigas para apresentar a tese sobre uma teia de corrupção que teria o ex-presidente como centro. O ‘Nexo’ mostra o peso desses termos numa ação penal

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FOTO: JOSÉ CRUZ/AG. BRASIL – 11.05.2015

Procurador Deltan Dallagnol e procurador-geral da República, Rodrigo Janot

O procurador Deltan Dallagnol (à esq.) com Rodrigo Janot, chefe do Ministério Público Federal

Na entrevista coletiva na qual foi apresentada a denúncia contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, os procuradores federais que integram a força-tarefa da Operação Lava Jato falaram em “prova”, “indício”, “evidência” e “convicção” para acusar o líder petista de ser o “comandante máximo” do esquema de desvios da Petrobras.

A versão de que os procuradores afirmaram que não tinham “provas” contra o ex-presidente, apenas “convicção” de que ele era culpado, circulou bastante, mas ela não é verdadeira, pelo menos não de forma literal .

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