Expresso

O que permitiu a anulação da condenação dos policiais envolvidos no massacre do Carandiru

Beatriz Montesanti, Juliana Domingos de Lima e João Paulo Charleaux

27 de setembro de 2016(atualizado 28/12/2023 às 02h22)

TJ paulista barrou julgamentos que culparam 74 PMs pela morte de 111 presos em 1992. Falhas no processo e posição da opinião pública ajudam a explicar decisão, segundo integrantes de ONGs de direitos humanos

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FOTO: MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL

Carandiru

Manifestação de 2013 em frente à Faculdade de Direito da USP no Largo São Francisco no centro da cidade de São Paulo relembra as 111 mortes no Carandiru

No dia 27 de setembro de 2016, a 4ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo anulou o julgamento dos 74 policiais condenados pelo massacre do Carandiru – como ficou popularmente conhecido o assassinato de 111 presos ocorrido em 1992 no interior da antiga Casa de Detenção de São Paulo.

O massacre ocorreu com a entrada da Polícia Militar no presídio, para conter uma rebelião. Um longo processo se seguiu, com avaliação de um júri popular em etapas realizadas entre 2013 e 2014. Nelas, os policias acabaram condenados, mas, como recorreram, puderam permanecer em liberade.

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