Por que demarcar terras indígenas pode diminuir o aquecimento global
André Cabette Fábio
04 de novembro de 2016(atualizado 28/12/2023 às 12h04)Estudo de entidades ambientalistas aponta que a posse de florestas por povos tradicionais, entre eles indígenas, é uma maneira eficiente de preservá-las
Indígenas treinam canoagem para os Jogos Mundiais dos Povos indígenas, em 2015 em Palmas
Ao afirmar que “as terras tradicionalmente ocupadas pelos índios destinam-se a sua posse permanente”, a Constituição de 1988 assegura aos povos indígenas o direito à demarcação das áreas que habitam. Um novo estudo aponta um argumento extra a favor da demarcação: ela ajuda a diminuir a emissão de gases estufa.
A prática é uma forma eficiente de manter essas florestas de pé e, consequentemente, impedir a emissão de gases causadores do aquecimento global, segundo o estudo “Por um patamar de captura de carbono em terras coletivas” , das ONGs ambientalistas Rights and Resources Initiative, Woods Hole Research Centre and World Resources Institute. Ele foi publicado na terça-feira (1).
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