Expresso

Assassinatos de pessoas trans: a posição do Brasil num ranking precário, mas simbólico

André Cabette Fábio

17 de novembro de 2016(atualizado 28/12/2023 às 12h05)

Quantidade de registros varia não só de acordo com a violência em si, mas também com a sensibilidade da mídia de cada país para casos do tipo e a existência de uma sociedade civil organizada em torno do tema

FOTO: NAVESH CHITRAKAR/REUTERS

Mulher trans se prepara para a Parada do Orgulho LGBT de Catmandu, no Nepal

O Brasil responde por 42% dos 295 casos de assassinatos de pessoas trans registrados em 2015 no mundo. Com 123 mortes, o país fica bem à frente do segundo colocado, o México, onde houve 52 registros. E se mantém na primeira posição do ranking anual que contabiliza mortes dessa população.

As informações são da Transgender Europe, uma ONG voltada à defesa do direito das pessoas trans que atua principalmente na Europa, mas também acompanha países de outras regiões do mundo. A maior parte das mortes ocorre com pessoas que se prostituem. O relatório chama atenção para o Dia Internacional da Memória Trans, que ocorre no domingo, 20 de novembro.

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