Expresso

Como a purpurina prejudica o meio ambiente. E quais são as alternativas

Juliana Domingos

01 de fevereiro de 2017(atualizado 28/12/2023 às 01h46)

O brilho é componente indispensável da indumentária carnavalesca para muita gente. Mas seu uso traz consequências para a natureza

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FOTO: VALERIE YERMAL/FLICKR / CREATIVE COMMONS

Os microplásticos que formam a purpurina levam centenas de anos para se decompor na natureza

Se encher de purpurina da cabeça aos pés é, para quem gosta da festa, uma das alegrias do Carnaval. Nosso gosto por pinturas brilhantes não é de hoje: civilizações antigas, como a chinesa, grega e egípcia usavam flocos do mineral mica em suas pinturas nas cavernas. Mas o glitter (brilho de grãos um pouco maior) e a purpurina (mais próxima a um pó) causam danos ao meio ambiente.

Os microplásticos, partículas minúsculas das quais são feitos, não podem ser recolhidos e levam centenas de anos para se decompor na natureza quando escoados depois de um banho ou da lavagem das ruas.

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