Expresso

Qual a importância de ‘Minha vida de menina’, novo livro obrigatório do vestibular da USP

Matheus Moreira

16 de maio de 2017(atualizado 28/12/2023 às 02h23)

A princípio, obra só passaria a constar na prova em 2018, mas decisão da Pró-Reitoria de Graduação antecipou a cobrança

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FOTO: REPRODUÇÃO/COMPANHIA DAS LETRAS

Livro deveria entrar para lista de 2018, mas foi adiantado para esse ano

Em março de 2016 , a Fuvest, fundação responsável pelo vestibular da USP, alterou a lista de obras literárias obrigatórias substituindo o livro “Capitães da Areia”, de Jorge Amado, por “Minha vida de menina”, de Helena Morley. A alteração entraria em vigor no vestibular no fim de 2018. No dia 15 de maio de 2017, a Fuvest decidiu que o livro já é requisito para o vestibular deste ano.

Helena Morley é o pseudônimo de Alice Dayrell Caldeira Brant, nascida em Diamantina (MG) em 1880. “Minha vida de menina” é um diário autobiográfico da filha de um pai inglês e uma mãe brasileira que viveu em Minas Gerais. Publicado em 1942, o livro foi redescoberto e traduzido para o inglês por Elizabeth Bishop anos mais tarde, em 1957, e se tornou um clássico da literatura brasileira. Atualmente, o livro de Morley, ou Brant, é publicado pela editora Companhia das Letras.

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