‘#MeToo defende chance de escolha, e não puritanismo’, afirma esta pesquisadora
Luiza Bandeira
15 de janeiro de 2018(atualizado 28/12/2023 às 08h18)Antropóloga Heloísa Buarque de Almeida diz que movimento esbarra em exposição pública, mas ressalta dificuldade de levar casos à Justiça
Mulher com placa do #MeToo durante protesto em Los Angeles
Na semana passada, o movimento #MeToo, encabeçado por americanas que denunciam assédio sexual e abuso de poder, foi desafiado publicamente por um grupo de feministas francesas que classifica o movimento de “puritano” e vê, nele, riscos às conquistas da revolução sexual.
O #MeToo e o Time’s Up, movimento de contornos semelhantes, vêm repercutindo há meses e tiveram grande destaque na imprensa, no início da semana, quando mulheres compareceram à cerimônia do Globo de Ouro vestidas de preto. Discursos denunciando violência sexual e desigualdade entre homens e mulheres marcaram a noite de premiações.
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