Expresso

A relação entre uso de Facebook e crimes de ódio, segundo este estudo

Murilo Roncolato

23 de agosto de 2018(atualizado 28/12/2023 às 12h08)

Pesquisadores alemães constataram que em cidades onde uso de rede social era maior e havia mais contato com conteúdos de ódio, maior era o número de ataques a refugiados

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FOTO: FABRIZIO BENSCH/REUTERS

Protesto de membros do partido AfD, que defende políticas antirrefugiados

Protesto de membros do partido AfD, que defende políticas antirrefugiados

Em meio a uma onda de violência e intolerância na Europa, revelada sobretudo por ataques contra refugiados e imigrantes nos últimos anos, uma dupla de pesquisadores se dedicou a investigar a relação entre a origem desse sentimento e o consumo de conteúdo de ódio disseminado na internet. Mais especificamente, no Facebook.

O trabalho parte do fato de que, embora as redes sociais sejam apontadas como as praças virtuais onde notícias falsas e discursos de ódio se espalham e contaminam a opinião pública – potencialmente alterando rumos de processos democráticos nada virtuais, tais como as eleições presidenciais americanas de 2016 –, havia pouca evidência empírica sobre isso. Ou seja, de que o sentimento de ódio distribuído na internet produz ações violentas no mundo offline.

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