Expresso

Futebol nos EUA: a luta para igualar salários de mulheres e homens

Juliana Domingos

11 de março de 2019(atualizado 28/12/2023 às 02h43)

Atletas de equipe tricampeã do mundo acusam instituição de discriminação de gênero nos salários e nas condições de trabalho

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FOTO: MICHAEL CHOW/USA TODAY SPORTS/REUTERS

A meio-campo Megan Rapinoe segura a taça da Copa do Mundo de Futebol Feminino de 2015, ao lado das companheiras que derrotaram o Japão na final em Vancouver, no Canadá

A três meses do início da disputa da Copa do Mundo de Futebol Feminino na França, marcada para 7 de junho de 2019, a seleção americana decidiu processar a federação da modalidade no país na busca de igualdade salarial e mesmas condições de trabalho em relação à equipe masculina.

Um total de 28 integrantes da delegação assinaram na sexta-feira (8) a representação em uma corte federal em Los Angeles. Entre as envolvidas estão algumas das estrelas do futebol feminino mundial como Alex Morgan, Megan Rapinoe e Carli Lloyd.

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