Expresso

A catástrofe em Moçambique. E o apelo por ajuda humanitária

André Cabette Fábio

25 de março de 2019(atualizado 28/12/2023 às 12h18)

Propagação de doenças é previsível, e mortes devem continuar a ocorrer mesmo após a passagem do ciclone

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FOTO: MIKE HUTCHINGS/REUTERS

Mulher pega água para lavar após a passagem do Ciclone Idai, em Buzi, próximo a Beira, em Moçambique

Mulher pega água após a passagem do Ciclone Idai, em Buzi, próximo a Beira

Na madrugada entre 14 e 15 de março, o ciclone Idai atingiu uma área em torno da cidade portuária de Beira, na província de Sofala, no centro de Moçambique, Sudeste da África. Um dos locais mais afetados pelo desastre, Beira tem cerca de 500 mil habitantes, uma das maiores populações do país.

O ciclone ainda se moveu em direção ao interior, atingindo as províncias de Manica e Inhambane, assim como áreas dos países vizinhos Zimbábue e Maláui.

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