Expresso

O projeto chinês de ‘retraduzir’ a Bíblia. E o cerco às religiões

Juliana Sayuri

15 de maio de 2019(atualizado 28/12/2023 às 12h20)

Ações recentes do governo de Xi Jinping incluem derrubada de igrejas e prisão de clérigos

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FOTO: PRAY FOR EARLY RAIN COVANENT CHURCH/FACEBOOK/REPRODUÇÃO

Igreja da Aliança da Chuva Antecipada, na província de Sichuan, antes de ser fechada em dezembro de 2018

Igreja da Aliança da Chuva Antecipada, antes de ser fechada em dezembro de 2018

Até 2022, a China pretende publicar uma nova versão da Bíblia , retraduzida, comentada e alinhada com as diretrizes comunistas, a fim de estabelecer uma “compreensão correta” do livro originalmente escrito em hebraico, aramaico e grego antigo.

A tradução é parte do projeto do governo do presidente Xi Jinping , também secretário-geral do Partido Comunista Chinês, para “promover a cristandade chinesa” .

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