Expresso

A mobilização nas ruas. E a instabilidade do governo

Bruno Lupion

18 de maio de 2019(atualizado 28/12/2023 às 12h21)

Sucesso de público no primeiro grande ato contra Bolsonaro diz mais sobre ‘o momento’ do que sobre ‘a legitimidade dos convocantes’, diz professor da USP. Presidente aposta no enfrentamento

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FOTO: NACHO DOCE/REUTERS – 15/5/2019

Estudantes, com a presidente da UNE ao centro, protestam em SP contra cortes na educação

Estudantes, com a presidente da UNE, Marianna Dias, ao centro, protestam em SP contra cortes na educação

Os protestos de quarta-feira (15) contra cortes no orçamento da educação realizados pelo governo de Jair Bolsonaro reuniram um público diverso, do qual se destacaram estudantes, professores e pesquisadores. Foi o primeiro grande ato de abrangência nacional – houve manifestações em mais de 200 cidades – contra um presidente que está há menos de cinco meses no poder.

Declarações iniciais do ministro da Educação, Abraham Weintraub, de que o corte seria uma resposta à “balbúrdia” em algumas universidades federais, seguido pela suspensão de bolsas de estudo, despertaram reação da comunidade acadêmica .

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