Expresso

As mudanças de Bolsonaro na comissão de mortos pela ditadura

Estêvão Bertoni

01 de agosto de 2019(atualizado 28/12/2023 às 12h24)

Presidente nomeia coronel que exalta torturadores do regime militar e já sugeriu atirar em Jean Wyllys. Grupo busca reconhecer crimes de Estado

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FOTO: MARCOS CORRÊA – 27.JUL.2019/PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA

O presidente Jair Bolsonaro, durante evento militar no Rio de Janeiro

O presidente da República, Jair Bolsonaro, substituiu na quinta-feira (1º) quatro dos sete nomes que integram a Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos. O órgão é ligado ao Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, comandado por Damares Alves.

Publicada no Diário Oficial , a troca ocorre três dias após Bolsonaro atacar o presidente da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), Felipe Santa Cruz, ao dizer que seu pai, Fernando Santa Cruz, foi morto na ditadura pelos próprios companheiros da Ação Popular, grupo de esquerda que integrava. Felipe tinha menos de dois anos à época.

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