Expresso

A sombra da censura nas ações do governo na área cultural

Juliana Domingos de Lima e Matheus Pimentel

05 de outubro de 2019(atualizado 28/12/2023 às 12h28)

Em casos diversos, artistas dizem que há cerco à liberdade de expressão em medidas de entidades como Caixa Econômica, Banco do Brasil e Ancine

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FOTO: ELISA MENDES/DIVULGAÇÃO

Cena da peça premiada Caranguejo overdrive, que teve apresentações no CCBB RJ canceladas sem justificativa

Ao longo de 2019, em uma série de casos distintos, artistas disseram ser alvo de ações ilegais de censura e de um cerco à liberdade de expressão no Brasil. As críticas abrangem diferentes áreas, como cinema, teatro, audiovisual, literatura e artes visuais e têm como alvo, principalmente, medidas do governo do presidente Jair Bolsonaro.

Como em outras áreas, as políticas públicas do governo para cultura podem ser feitas por meio da administração direta — quando a ação parte da Presidência ou de ministérios — ou da administração indireta — quando envolve estatais, autarquias ou fundações. Essas suspeitas de censura em 2019 envolvem os dois tipos de administração.

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