Expresso

Empregos informais: os mais vulneráveis à crise da pandemia

Marcelo Roubicek

17 de março de 2020(atualizado 28/12/2023 às 23h51)

Trabalhadores sem carteira assinada respondem por 40% do mercado. Após críticas ao primeiro pacote apresentado pelo ministro Paulo Guedes, governo anuncia medidas diretas para essa parcela da população

FOTO: SERGIO MORAES/REUTERS

Moço com chapéu à frente de ponto de ônibus. Ele vende vários saquinhos de amendoins. Atrás, pessoas se reúnem aguardando ônibus. E mais ao fundo, ônibus parado no ponto

Vendedor ambulante no Rio de Janeiro

O novo coronavírus tem infectado centenas de milhares de pessoas e derrubado economias pelo mundo. As bolsas de valores sofreram os piores tombos desde a crise financeira de 2008 e a economia da China – primeiro epicentro da doença – registrou choques negativos duros sobre indústria, comércio e construção.

No Brasil, há centenas de casos de covid-19 e as primeiras mortes pela doença começam a ser computadas. Em diversos estados brasileiros, há medidas de restrição de contato social e de atividades fora de casa.

NEWSLETTER GRATUITA

Nexo | Hoje

Enviada à noite de segunda a sexta-feira com os fatos mais importantes do dia

Este site é protegido por reCAPTCHA e a Política de Privacidade e os Termos de Serviço Google se aplicam.

Gráficos

nos eixos

O melhor em dados e gráficos selecionados por nosso time de infografia para você

Este site é protegido por reCAPTCHA e a Política de Privacidade e os Termos de Serviço Google se aplicam.

Navegue por temas