Expresso

Como as companhias aéreas vão atravessar a crise do coronavírus

Marcelo Roubicek

22 de março de 2020(atualizado 28/12/2023 às 23h50)

Setor é um dos primeiros a sentir os impactos econômicos da pandemia. No Brasil, empresas e governo se mobilizam para evitar prejuízos maiores

FOTO: AMANDA PEROBELLI/16.04.2019

Aviões parados no aeroporto internacional de Guarulhos. Há quatro aeronaves no primeiro plano: dois da Gol, um da Latam e outro da Avianca. Ao fundo, há outros dois aviões aparentemente manobrando. Não é possível ver a companhia de nenhum avião do último plano.

Aviões parados no aeroporto internacional de Guarulhos

Os casos de coronavírus pelo mundo se multiplicaram rapidamente entre o início do surto da doença na China, em dezembro de 2019, e março de 2020. A pandemia, o mais grave dos três cenários infectológicos , levou a medidas restritivas, como a opção pelo distanciamento social e a limitação de viagens internacionais, com fechamento parcial ou total de fronteiras.

Inseridas nesse quadro estão as empresas aéreas, que desde os primeiros momentos do surto do novo coronavírus sentem os golpes em suas atividades. Cada vez menos pessoas procuram os serviços de transporte aéreo e cada vez mais governos restringem voos.

NEWSLETTER GRATUITA

Nexo | Hoje

Enviada à noite de segunda a sexta-feira com os fatos mais importantes do dia

Este site é protegido por reCAPTCHA e a Política de Privacidade e os Termos de Serviço Google se aplicam.

Gráficos

nos eixos

O melhor em dados e gráficos selecionados por nosso time de infografia para você

Este site é protegido por reCAPTCHA e a Política de Privacidade e os Termos de Serviço Google se aplicam.

Navegue por temas