Expresso

Os efeitos da pandemia no ensino médio e na realização do Enem

Estêvão Bertoni

28 de abril de 2020(atualizado 28/12/2023 às 12h38)

Escolas de todo o Brasil estão fechadas, mas impacto entre alunos das redes pública e privada é desigual. MEC é contra adiar exame, apesar de pedidos de secretarias estaduais

FOTO: ADRIANO MACHADO – 12.MAR.2020/REUTERS

Homem de regata é visto de costas olhando para dentro de uma escola. Ele é dividido por uma grade com um papel colado "aulas suspensas"

Escola em Brasília com os portões fechados por causa da epidemia do novo coronavírus

O cronograma do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) de 2020 virou alvo de uma disputa entre secretários estaduais de Educação, que pedem o adiamento da prova por causa da pandemia do novo coronavírus, e o ministro Abraham Weintraub, contrário à mudança. O embate acabou na Justiça, que decidiu pela manutenção do calendário do exame.

Porta de entrada para as universidades públicas federais do país, a prova física estava marcada para 1º e 8 de novembro. A versão digital, que será testada pela primeira vez, ocorreria em 11 e 18 de outubro. Ainda não há uma nova data definida para a realização dos exames. Em 2019, 5 milhões de pessoas se inscreveram, e 3,9 milhões foram fazer o Enem. A taxa de participação foi de 77%, a maior desde 2009.

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