Expresso

Manifestos em série: o que une e o que separa a oposição

Guilherme Henrique

01 de junho de 2020(atualizado 28/12/2023 às 12h42)

Textos pedem esforço por frente ampla contra atual governo. Lula faz ressalvas a iniciativas e vê pouco espaço para a classe trabalhadora: ‘Há um interesse muito grande da elite em voltar a governar o país sem o PT’

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Imagem de três manifestos diferentes colocados lado a lado

Manifesto do Estamos Juntos, Basta e Unidade Antifascista

Diversos manifestos políticos ganharam as redes sociais e as páginas dos jornais como iniciativas de apoio à democracia brasileira. Em comum, os textos mostram a articulação de atores de variados grupos, além de artistas e líderes sociais. Eles pedem a união entre partidos e seus representantes contra a crise política instaurada no país em meio à pandemia causada pelo novo coronavírus.

Suprapartidárias, as ações tentam criar uma unidade semelhante à ocorrida durante as Diretas Já, movimento ocorrido entre 1983 e 1984, com grandes comícios que reuniam políticos e artistas de diferentes espectros ideológicos com um objeto único: o voto direto. O movimento deu origem a uma emenda constitucional barrada no Congresso, mas sua simbologia marcou um período da história nacional.

A crítica de Lula aos manifestos

As iniciativas foram recebidas com ressalvas pelo principal líder da esquerda, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em reunião do PT na segunda-feira (1º), ele disse que os manifestos trazem “pouca coisa de interesse da classe trabalhadora”.

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