Expresso

De onde vêm as ameaças de ruptura institucional na crise

Guilherme Henrique

15 de junho de 2020(atualizado 28/12/2023 às 12h45)

De notas de associações de oficiais da reserva a declarações de integrantes do governo, ação militar aparece com frequência na tensão entre Poderes. A atenção está no que pensam de fato os comandantes das Forças Armadas

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FOTO: PAULO WHITAKER/REUTERS

Bolsonaro perfilado ao lado de outros oficiais do Exército

Bolsonaro durante cerimônia do Exército no Rio de Janeiro

O presidente Jair Bolsonaro enfrenta inquéritos criminais no Supremo Tribunal Federal, envolvendo ele mesmo e seu entorno. Enfrenta ações no Superior Tribunal Eleitoral que pedem a cassação da chapa eleita em 2018, em conjunto com o vice Hamilton Mourão. E enfrenta pedidos de impeachment no Congresso.

Diante do tensionamento jurídico e político, entidades militares e integrantes do primeiro escalão do Executivo, assim como também Bolsonaro, têm recorrido a ameaças de ruptura institucional. A palavra “golpe” é sempre rechaçada, mas a opção de acionar as Forças Armadas aparece com frequência, ora de forma velada, ora de forma explícita, sob justificativa de manutenção da democracia.

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