Como a covid-19 expõe a lógica de negócios da bolsa de valores
Isabela Cruz e Marcelo Roubicek
04 de julho de 2020(atualizado 28/12/2023 às 12h47)Consultoras mostram otimismo mesmo diante de previsão de retração recorde no Brasil. O ‘Nexo’ conversou com dois professores de economia para entender o porquê do descompasso
O saguão da BM&F Bovespa
Comprar em baixa e vender em alta. O norte constante da bolsa de valores ajuda a explicar por que, diante da possibilidade de 2020 ser o pior ano para a economia brasileira desde 1900, investidores do mercado de ações estão otimistas. Em momentos de crise, sempre há quem esteja ganhando, ou ao menos se planejando para ganhar no futuro.
Entre 2017 e 2019, por exemplo, o PIB brasileiro cresceu a taxas que não passaram de 1,3%. Já o Ibovespa cresceu a 26,9% em 2017, 15% em 2018 e 31,6% em 2019.Puxado, entre outros fatores, pelas expectativas de ajuste das contas públicas e pela atratividade dos investimentos de renda variável diante da queda da taxa de juros, o índice atingiu e renovou recordes sequencialmente.
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