Expresso

O novo front da guerra anticientífica do governo Bolsonaro

Camilo Rocha

17 de julho de 2020(atualizado 28/12/2023 às 12h46)

Tratamento já nos primeiros sintomas da covid-19 usando remédios sem eficácia comprovada ganha adeptos no país. Cloroquina e outros medicamentos são defendidos a partir de evidências anedóticas sem base em pesquisas sérias

FOTO: ADRIANO MACHADO/REUTERS

Mulher integrante do Exército, usando máscara, segura caixa com comprimidos de cloroquina

Integrante do Exército segura caixa com comprimidos de cloroquina

Em 29 de junho, o Ministério da Saúde enviou ofício à presidência da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) para “enfatizar a importância do tratamento precoce, ao início dos primeiros sintomas” contra a covid-19, com uso de cloroquina. No documento, a pasta solicita a “ampla divulgação desse tratamento”.

Assinado pelo secretário de Atenção Especializada à Saúde, Luiz Otávio Franco Duarte, o ofício também foi enviado ao INI (Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas) e ao IFF (Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira), ligados à Fiocruz, órgão de pesquisa do governo federal.

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