Expresso

A trajetória da taxa básica de juros no Brasil em 5 momentos

Marcelo Roubicek

05 de agosto de 2020(atualizado 28/12/2023 às 12h51)

O Copom, do Banco Central, reduziu a Selic a 2% ao ano, mais um patamar recorde de queda. O ‘Nexo’ relembra capítulos importantes do mecanismo de política monetária desde 1999

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FOTO: UESLEI MARCELINO/REUTERS

Folhas de árvore formam uma moldura. Dentro dela, o prédio do Banco Central

Sede do Banco Central, em Brasília

Entre o começo da pandemia do novo coronavírus, em março, e o início de agosto, o Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central se reuniu quatro vezes. Em todas, houve corte da taxa básica de juros. A Selic saiu de 4,25% ao ano em meados de março para 2% ao ano a partir de quarta-feira (5), data do novo anúncio que determinou um corte de 0,25 ponto percentual.

Nessas quatro ocasiões, uma frase foi repetida para descrever a decisão do comitê: o novo patamar é o mais baixo desde o início do regime de metas de inflação em 1999. Os cortes recordes representam um novo capítulo de uma trajetória de 21 anos marcada por movimentações em períodos de crise.

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