Expresso

Como o ‘nacionalismo da vacina’ move governos na pandemia

Isabela Cruz

18 de setembro de 2020(atualizado 28/12/2023 às 12h51)

Num cenário de limitação da oferta de possíveis imunizantes, países buscam garantir sua parte. Encomendas do Reino Unido somam cinco doses para cada habitante

FOTO: POOL NEW/REUTERS – 18.SET.2020

Boris Johnson, de máscara, avental e luvas, em laboratório

O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, em visita ao Instituto Jenner, em Oxford, Inglaterra

Com o avanço das pesquisas que buscam criar um imunizante para o novo coronavírus, a questão dos nacionalismos ganha uma nova faceta : onacionalismo da vacina.

Nessa lógica, os países competem entre si para garantir a imunização de suas próprias populações. Assim, as estratégias de fabricação e distribuição das doses atendem a interesses exclusivamente nacionais.

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