Expresso

A disputa em torno do auxílio emergencial após sua prorrogação

Isabela Cruz

25 de setembro de 2020(atualizado 28/12/2023 às 12h52)

Parlamentares da oposição e organizações da sociedade civil pedem aumento do valor do benefício. Governo demonstra preferir não tocar no assunto

FOTO: ADRIANO MACHADO/REUTERS – 16.MAR.2020

Guedes gesticula atrás de um computador. Ao fundo, tela apresenta slide "combate à pandemia"

O ministro da Economia, Paulo Guedes, em conferência de imprensa para anunciar medidas econômicas de enfrentamento à pandemia do novo coronavírus

A pandemia do novo coronavírus foi decretada em 11 de março de 2020 pela Organização Mundial da Saúde. O isolamento social, apesar de atacado pelo presidente Jair Bolsonaro, era uma medida inevitável para reduzir contaminações e mortes . E foi adotado por governadores e prefeitos. Para atender à população de baixa renda, atingida mais fortemente pela restrição da circulação, Bolsonaro propôs um auxílio emergencial de R$ 200. No Congresso , o valor foi para R$ 600.

O pagamento ocorreu de abril a agosto. E mesmo que o montante pago tenha sido definido pela pressão dos parlamentares, Bolsonaro foi beneficiado pelos resultados. Sua popularidade aumentou e os planos de transformar o auxílio emergencial num programa social permanente e mais amplo passaram a fazer parte da agenda do Planalto. As restrições orçamentárias, porém, impuseram limites. O governo então estendeu, via medida provisória, o pagamento do auxílio, mas reduziu seu valor para R$ 300 de setembro a dezembro.

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