Como Bolsonaro desautoriza seus ministros da Saúde
Estêvão Bertoni
21 de outubro de 2020(atualizado 28/12/2023 às 12h54)Presidente afirmou que não vai comprar vacina chinesa produzida em São Paulo, um dia depois de Eduardo Pazuello anunciar aquisição. Ex-ministros Nelson Teich e Luiz Henrique Mandetta também foram desautorizados
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O general Eduardo Pazuello e o presidente Jair Bolsonaro, durante posse do Ministro da Saúde
Um dia depois de o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, anunciar a compra pelo governo federal da vacina chinesa produzida em parceria com o estado de São Paulo, Jair Bolsonaro afirmou em suas redes sociais, nesta quarta-feira (21), que o imunizante “não será comprado” . Ao manifestar contrariedade com o acordo e a intenção de cancelá-lo, o presidente desautorizou pela terceira vez um ministro da Saúde.
No Facebook, Bolsonaro disse que, antes de ser disponibilizada à população, qualquer vacina deverá ser “comprovada cientificamente pelo Ministério da Saúde e certificada pela Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária]”, o que ainda não ocorreu com nenhum imunizante.
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