Expresso

Como Bolsonaro desautoriza seus ministros da Saúde

Estêvão Bertoni

21 de outubro de 2020(atualizado 28/12/2023 às 12h54)

Presidente afirmou que não vai comprar vacina chinesa produzida em São Paulo, um dia depois de Eduardo Pazuello anunciar aquisição. Ex-ministros Nelson Teich e Luiz Henrique Mandetta também foram desautorizados

FOTO: CAROLINA ANTUNES/PR – 16.SET.2020

À esquerda, ministro Eduardo Pazuello pega caneta das mãos do presidente Bolsonaro para assinar termo de posse. Ambos estão de terno e usam máscaras de proteção contra a covid-19

O general Eduardo Pazuello e o presidente Jair Bolsonaro, durante posse do Ministro da Saúde

Um dia depois de o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, anunciar a compra pelo governo federal da vacina chinesa produzida em parceria com o estado de São Paulo, Jair Bolsonaro afirmou em suas redes sociais, nesta quarta-feira (21), que o imunizante “não será comprado” . Ao manifestar contrariedade com o acordo e a intenção de cancelá-lo, o presidente desautorizou pela terceira vez um ministro da Saúde.

No Facebook, Bolsonaro disse que, antes de ser disponibilizada à população, qualquer vacina deverá ser “comprovada cientificamente pelo Ministério da Saúde e certificada pela Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária]”, o que ainda não ocorreu com nenhum imunizante.

NEWSLETTER GRATUITA

Nexo | Hoje

Enviada à noite de segunda a sexta-feira com os fatos mais importantes do dia

Este site é protegido por reCAPTCHA e a Política de Privacidade e os Termos de Serviço Google se aplicam.

Gráficos

nos eixos

O melhor em dados e gráficos selecionados por nosso time de infografia para você

Este site é protegido por reCAPTCHA e a Política de Privacidade e os Termos de Serviço Google se aplicam.

Navegue por temas