Expresso

O que vem depois do plebiscito sobre a Constituição chilena

João Paulo Charleaux

26 de outubro de 2020(atualizado 28/12/2023 às 12h55)

População decide reformar Carta deixada como herança da ditadura Pinochet, mas processo completo só deve acabar em agosto de 2022 

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FOTO: RODRIGO GARRIDO/REUTERS – 25.10.2020

Pessoas celebram nas ruas de Santiago, à noite, com bandeiras do Chile, o resultado do plebiscito que decidiu pela reforma da Constituição

Eleitores celebram resultado do plebiscito que decidiu pela reforma constitucional no Chile

Os chilenos aprovaram em plebiscito, no domingo (25), por ampla maioria, a convocação de uma Convenção Constitucional para reformar a Carta atual, considerada um dos últimos resquícios da ditadura de Augusto Pinochet (1973-1990).

O resultado do plebiscito é o primeiro passo de um longo processo que deve ser concluído só em agosto de 2022. Até lá, os eleitores voltarão às urnas ainda mais duas vezes no Chile para:

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