Expresso

Como foi a abstenção nas eleições da pandemia

Isabela Cruz

16 de novembro de 2020(atualizado 28/12/2023 às 12h58)

Consideradas as dificuldades sanitárias, percentual nacional de abstenção, pouco maior do que 23%, não foi tão alto quanto esperado. Em algumas capitais, porém, passou dos 30%

FOTO: BRUNA PRADO/GETTY IMAGES NEWS – 15.NOV.2020

Duas mesárias, com equipamentos de proteção facil, manuseiam listas de eleitores. Ao fundo, cabine de urna eletrônica

Mesárias de seção eleitoral próxima à Comunidade da Rocinha, no Rio de Janeiro

Num ano de pandemia, o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) esperava um alto grau de não comparecimento às urnas, ainda que tivesse adotado protocolos de segurança sanitária . Projeções apontavam para uma abstenção de 30% ou mais. Na média nacional, porém, o índice ao término da votação foi considerado positivo: 23,14% , segundo dados preliminares.

Ainda assim, o índice do não comparecimento foi o maior dos últimos 20 anos dos pleitos municipais. O salto em relação à votação de 2016 foi de quase seis pontos percentuais. Com relação às eleições estaduais e federais de 2018, o aumento da abstenção é menor: menos de três pontos percentuais.

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