Expresso

Os bloqueios a Trump nas redes. E a saída do Parler do ar

João Paulo Charleaux

11 de janeiro de 2021(atualizado 28/12/2023 às 23h14)

Site sai do ar depois de ter seu app excluído de lojas virtuais sob acusação de não impedir que usuários difundam mensagens de incitação à violência

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FOTO: JAKUB PORZYCKI/NURPHOTO/GETTY IMAGES – 10.01.2020

Logotipo da rede social Parler em celular e computador

Celular e notebook logados na rede social Parler, promovida por militantes da extrema direita

Três dos maiores gigantes da tecnologia – Apple, Google e Amazon – vêm tomando medidas desde sexta-feira (8) contra a Parler, rede social criada em 2008 que, em 2021, ganhou destaque e adesão inédita como novo pólo digital da extrema direita na sequência do bloqueio das contas do presidente dos EUA, Donald Trump, no Twitter, no Instagram e no Facebook.

O aplicativo Parler foi excluído das lojas online da Apple e do Google, o que impede sua instalação em sistemas operacionais iOS e Android. A Amazon se negou a hospedar a rede social em seus servidores, o que impede o acesso ao site da empresa.

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