Expresso

A troca de ministro da Saúde. E o ceticismo sobre a gestão da crise

Isabela Cruz

15 de março de 2021(atualizado 28/12/2023 às 23h02)

Bolsonaro demite general da ativa, fiel a seu negacionismo, e volta a colocar um médico no comando da pasta. Marcelo Queiroga é a favor do isolamento social e contra o uso de cloroquina

FOTO: INSTAGRAM/REPRODUÇÃO

Queiroga veste terno e gravata. Ao fundo, pintura

O médico cardiologista Marcelo Queiroga

O presidente Jair Bolsonaro anunciou na segunda-feira (15) a indicação do médico Marcelo Queiroga para o cargo de novo ministro da Saúde. Ele vai substituir o general da ativa Eduardo Pazuello, que ficou dez meses no cargo. É o quarto nome no comando da pasta durante a pandemia do novo coronavírus.

Diferentemente dos antecessores Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich , dois médicos, Pazuello não caiu por discordar do negacionismo de Bolsonaro – ele era fiel às atitudes anticientíficas do presidente. Sua demissão ocorre em meio ao pior momento do Brasil na pandemia, com recordes de mortes diárias, hospitais lotados e atrasos na vacinação da população.

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