Expresso

As opções de Bolsonaro diante de um Orçamento de ‘ficção’

Marcelo Roubicek

11 de abril de 2021(atualizado 28/12/2023 às 23h04)

O ‘Nexo’ explica as causas da disputa e como os principais atores políticos atuam no conflito. Presidente tem até 22 de abril para sancionar o texto

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FOTO: UESLEI MARCELINO/REUTERS – 12.FEV.2021

Arthur Lira (à esquerda.), Paulo Guedes (ao centro) e Rodrigo Pacheco falam à imprensa. Lira e Pacheco vestem máscara. Guedes, sem máscara, gesticula com as mãos

Arthur Lira (à esq.), Paulo Guedes (ao centro) e Rodrigo Pacheco falam à imprensa

A crise das contas públicas brasileiras, que já dura ao menos desde meados da década de 2010, ganhou novo capítulo no início de 2021. Após três meses de atraso , o Congresso aprovou em 25 de março o Orçamento para o ano, algo que deveria ter acontecido ainda em 2020. O texto é considerado por muitos economistas “ uma peça de ficção ”. Ele tem que ser sancionado pelo presidente Jair Bolsonaro até o dia 22 de abril.

As objeções são de que a lei orçamentária não projeta de forma crível as despesas da União para o ano. Isso contraria os próprios objetivos do Orçamento , de transparência e previsibilidade do gasto público. Na prática, o governo precisaria gastar muito mais do que o texto prevê para conseguir manter a máquina pública. Por causa dos excessos que precisam ser aparados, há risco de paralisação de serviços públicos.

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