Expresso

Do ‘guarda da esquina’ ao poder central: a ação contra opositores

Isabela Cruz

04 de junho de 2021(atualizado 28/12/2023 às 23h10)

Ao ‘Nexo’ especialistas analisam a relação entre casos de agentes de segurança que agem contra críticos a Bolsonaro e as atitudes e discursos autoritários da cúpula do governo 

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FOTO: DIEGO VARA/REUTERS

Dois policiais em pé e três crianças caminhando, vistos por detrás de um parapeito

Policias militares nas ruas de Porto Alegre, Rio de Grande do Sul

Um professor detido pela PM de Goiás, cinco manifestantes detidos pela PM do Distrito Federal, uma atuação agressiva da PM de Pernambuco contra protesto político, entre outros casos. Em comum, todos os alvos dessas ações policiais fizeram críticas ao presidente Jair Bolsonaro.

Casos do tipo, que têm se multiplicado, não seguem ordem institucional, nem costumam receber aval da Justiça para se desdobrarem em qualquer tipo de responsabilização criminal. Acontecem, porém, num contexto em que altas autoridades da República também pedem a abertura de inquéritos contra críticos aos chefes do poder. Os episódios resgatam o efeito “guarda da esquina” que pode derivar do comportamento da cúpula de Brasília.

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