Ameaça às eleições: o que pode de fato acontecer com Bolsonaro
Mariana Vick
03 de agosto de 2021(atualizado 28/12/2023 às 23h17)O ‘Nexo’ conversou com um cientista político e um professor de direito sobre as frentes eleitorais, criminais e políticas contra o presidente. Eles avaliaram as reais chances de haver algum tipo de punição até 2022
Os ministros Luís Roberto Barroso (à esq.) e Alexandre de Moraes, durante sessão extraordinária do Supremo Tribunal Federal
Com o aumento dos ataques de Jair Bolsonaro às urnas eletrônicas, assim como reiteradas ameaças do presidente à realização das eleições de 2022, o Tribunal Superior Eleitoral tomou duas medidas na segunda-feira (2): abriu um inquérito administrativo contra o presidente e pediu sua inclusão no inquérito criminal das fake news no Supremo.
Alexandre de Moraes, relator do inquérito das fake news, aceitou o pedido na quarta-feira (4). Na decisão em que incluiu o presidente da investigação, o ministro citou sete possíveis crimes: calúnia, difamação, injúria, incitação ao crime, apologia ao crime ou criminoso, associação criminosa e denunciação caluniosa.
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