Expresso

Caso Borba Gato: por que a prisão de Paulo Galo é contestada

Isabela Cruz

09 de agosto de 2021(atualizado 28/12/2023 às 23h17)

Sem antecedentes criminais, ativista que incendiou estátua da zona sul paulistana virou alvo de prisão preventiva, após Superior Tribunal de Justiça mandar soltá-lo

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FOTO: REPRODUÇÃO/CANAL UOL / YOUTUBE – 28.JUL.2021

Galo, de casaco vinho e máscara cinza, em entrevista a jornalistas, que seguram câmeras e microfones

O ativista e entregador de delivery Paulo Galo chega à delegacia

Após colocar fogo na estátua de Borba Gato na zona sul de São Paulo em 24 de julho, apresentar-se à polícia voluntariamente e justificar o ato como forma de “abrir o debate” sobre papel dos bandeirantes no Brasil, o ativista e entregador de aplicativo Paulo Galo completou nesta terça-feira (10) 13 dias preso.

Sem antecedentes criminais, Galo é investigado sob suspeita dos crimes de incêndio, associação criminosa e adulteração de veículo. Na comunidade jurídica, mesmo entre aqueles que não são favoráveis ao ataque a estátuas como forma de protesto antirracista — um fenômeno presente em diferentes países —, é frequente o entendimento de que o motoboy deveria estar respondendo em liberdade.

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