Expresso

As falhas da ideia que opõe dever fiscal e urgência social

Marcelo Roubicek

22 de outubro de 2021(atualizado 28/12/2023 às 23h28)

Em pronunciamento, Paulo Guedes diz que vai descumprir teto de gastos para dar auxílio à população mais vulnerável. Economistas ouvidos pelo ‘Nexo’ dizem que poderia ser diferente

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FOTO: ADRIANO MACHADO/REUTERS – 25.AGO.2021

Paulo Guedes, de terno, gravata e máscara, olha para o horizonte com olhos semicerrados.

Paulo Guedes participa de evento em Brasília

O governo articulou na quinta-feira (21) uma manobra para furar o teto de gastos em 2022. Se aprovada pelo Congresso, a mudança no cálculo do limite de despesas da União abrirá espaço no Orçamento para bancar o Auxílio Brasil , programa social que substituirá o Bolsa Família e que é aposta do presidente Jair Bolsonaro para a tentativa de reeleição.

Em pronunciamento à imprensa na sexta-feira (22), o ministro da Economia, Paulo Guedes, contrapôs o cumprimento do teto à implementação do benefício social. Guedes justificou a manobra no teto, dizendo que, sem ela, não seria possível atender às milhões de pessoas que estão em situação de vulnerabilidade no Brasil.

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