Por que o ‘orçamento secreto’ é comparado ao mensalão
Isabela Cruz
09 de novembro de 2021(atualizado 28/12/2023 às 23h31)O ‘Nexo’ detalha a distribuição de emendas do relator no governo Bolsonaro e resgata o escândalo do governo Lula. Supremo forma maioria pela suspensão dos repasses aos parlamentares
O presidente da República Jair Bolsonaro (primeiro plano), o presidente da Câmara Arthur Lira (PP-AL), à esq., e o ministro-chefe da Casa Civil Ciro Nogueira (PP-PI)
O Supremo Tribunal Federal formou maioria nesta terça-feira (9) para manter a decisão liminar de Rosa Weber que suspendeu na sexta-feira (5) o pagamento das emendas parlamentares do relator-geral do Orçamento. Os dez ministros têm até a noite de quarta-feira (10) para apresentar seus votos no plenário virtual (seis deles já tinham votado pela manutenção da suspensão até o fim da tarde).
Apontadas como o principal mecanismo do governo Bolsonaro para garantir apoio do Congresso na aprovação de projetos do seu interesse, as emendas do relator, que integram o chamado“orçamento secreto”, têm sido frequentemente comparadas ao mensalão petista – esquema de corrupção que, segundo o Supremo, financiou compra de apoio parlamentar durante o primeiro governo de Luiz Inácio Lula da Silva.
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