Expresso

Por que as chuvas na região serrana do Rio são tão mortais

Isadora Rupp

16 de fevereiro de 2022(atualizado 28/12/2023 às 22h22)

Especialistas explicam a combinação de fatores que potencializa tragédias na região, das condições climáticas à intervenção humana. Após tempestade, Petrópolis registra mais de cem mortes e duas centenas de desaparecidos

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FOTO: RICARDO MORAES /REUTERS

Homens carregam de forma improvisada em uma tábua de madeira o corpo de pessoa morta, envolta em saco plástico preto, em deslizamento em Petrópolis.

Homens carregam corpo de pessoa morta em deslizamento em Petrópolis.

A região serrana do Rio de Janeiro voltou a registrar um grande número de mortes após uma tempestade terça-feira (15) . Na sexta (18), o número de vítimas fatais passava de cem, e os desaparecidos somavam duas centenas. Dados preliminares do Ministério de Desenvolvimento Regional indicam que o volume de chuvas pode ter sido o mais alto em 50 anos.

Em 2011, mais de 900 pessoas morreram em cidades da mesma área – cerca de 70 das vítimas fatais eram de Petrópolis. A tragédia de maior dimensão na região serrana ocorreu em 1967, com a inundação na Serra das Araras, quando 1.700 pessoas perderam suas vidas.

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