Do Supremo ao TSE: as ações e as hesitações diante do radicalismo
Isabela Cruz
20 de fevereiro de 2022(atualizado 28/12/2023 às 22h21)Tribunais adotam medidas para frear pontualmente a extrema direita ao mesmo tempo em que fazem concessões ao presidente e minimizam o risco de tumulto nas eleições de 2022
Os ministros Alexandre de Moraes, Edson Fachin e Luís Roberto Barroso, durante homenagem da Ordem dos Advogados do Brasil aos 30 anos da Constituição de 1988
Após uma breve trégua, Jair Bolsonaro (PL) voltou a atacar o sistema de urnas eletrônicas em 2022, quando disputará a reeleição em condições pouco favoráveis: o presidente amarga baixa popularidade e está bem atrás do primeiro lugar nas pesquisas, Luiz Inácio Lula da Silva, petista que governou o Brasil de 2003 a 2010.
Nos três primeiros anos de mandato de Bolsonaro, um político de extrema direita que usa a desinformação como arma política e recorre de tempos em tempos a ameaças às instituições, o Supremo Tribunal Federal atuou como uma espécie de freio ao radicalismo . Agora, as atenções se voltam agora para o Tribunal Superior Eleitoral, que vai conduzir as campanhas até as votações de outubro.
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