Expresso

No alvo do centrão: por que o Ministério da Saúde é tão visado

Isabela Cruz

04 de julho de 2023(atualizado 25/02/2025 às 18h26)

Em meio a planos de reforma ministerial, grupo de Lira pressiona para colocar pasta sob seu comando. Área é vista como prioridade pelo governo

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FOTO: ADRIANO MACHADO/REUTERS – 20.MAR.2023

Nísia e Lula conversam ao pé do ouvido

A ministra da Saúde, Nísia Trindade, e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em evento de relançamento do programa Mais Médicos

Aproveitando o momento em que o governo repensa a distribuição de seus ministérios para garantir apoio no Congresso, o centrão, grupo liderado pelo presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), concentra esforços para conseguir transferir o Ministério da Saúde para o seu controle .

A pasta é hoje comandada por Nísia Trindade, que tem recebido forte apoio de outras ministras do governo e da sociedade civil, via hashtags e abaixo-assinado com mais de 75 mil nomes por sua permanência no cargo. Lira negou em meados de junho ter pedido a troca.

Luiz Inácio Lula da Silva resiste em trocar a ministra, mas precisa do centrão para aprovar, por exemplo, a reforma tributária, que deve ser votada nos próximos dias . Extinta pelo atual governo, mas recriada recentemente pela Câmara, a Funasa (Fundação Nacional de Saúde), tem sido considerada pelo presidente como moeda de troca.

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