Encurralado: o plano fiscal de Haddad entre Lula e o Congresso
Marcelo Roubicek
12 de junho de 2024(atualizado 13/06/2024 às 22h22)Ministro da Fazenda diz que não tem plano B após devolução de medida tida como central no ajuste das contas públicas. Cientistas políticos analisam o momento da política econômica
Fernando Haddad em fala à imprensa em Brasília
Fernando Haddad disse não ter plano B após a devolução da medida provisória que limitava o uso de créditos do PIS/Cofins. O texto era a aposta do ministro da Fazenda para compensar a perda de receitas com a desoneração da folha de pagamentos.
Os ganhos de arrecadação também ajudariam o governo Luiz Inácio Lula da Silva na tentativa de tirar as contas públicas do vermelho. A rejeição pelo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), pressiona o governo a procurar alternativas. Na quarta-feira (12), Lula indicou mais uma vez resistência em cortar gastos — os agentes do mercado financeiro reagiram mal.
Neste texto, o Nexo explica o plano fiscal de Haddad e ouve cientistas políticos sobre seu futuro.
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