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Setor de serviços cresce 0,5% em agosto, quinta alta seguida

Da Redação

14 de outubro de 2021(atualizado 28/12/2023 às 23h27)

Com avanço na vacinação, setor atinge patamar mais elevado em seis anos, 4,6% acima do nível pré-pandemia. Apesar disso, volume é 7,1% menor que o recorde de 2014

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FOTO: AMANDA PEROBELLI/REUTERS – 06.JUL.2020

Três homens de máscara compartilham uma mesa, em que há pratos com arroz, carne e batata frita. Ao fundo, há outras meses com clientes, mas a uma distância maior do que o comum

Pessoas almoçam em restaurante em São Paulo

O volume do setor de serviços no Brasilcresceu 0,5% em agosto de 2021 na comparação com julho, de acordo com dados divulgados nesta quinta-feira (14) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas). Foi a quinta alta mensal consecutiva, o que levou o setor ao patamar mais elevado em quase seis anos.

O resultado de agosto deixou o setor 4,6% acima do patamar pré-pandemia, alcançando também o nível mais elevado desde novembro de 2015. Apesar disso, os serviços estão 7,1% abaixo do recorde histórico de novembro de 2014. Em relação a agosto de 2020, houve crescimento de 16,7%.

O avanço da vacinação no país vem permitindo a retomada do comércio e dos serviços, com expectativa de que aqueles de caráter presencial ajudem a melhora da atividade econômica, afetada pela pandemia. “O setor de serviços mantém sua trajetória de recuperação em agosto, sobretudo nos serviços considerados não presenciais, mas também nos presenciais, com o avanço da vacinação e o aumento da mobilidade das pessoas”, afirmou em nota o analista Rodrigo Lobo, gerente da pesquisa mensal de serviços do IBGE.

O volume dos serviços

Variação do setor de serviços

O mês de agosto foi marcado pelo impulso de quatro das cinco atividades medidas pelo estudo, com destaque para os serviços de informação e comunicação (1,2%) e os transportes (1,1%), que tiveram resultados negativos em julho.Enquanto o primeiro foi impulsionado pelos desenvolvimento e licenciamento de softwares, portais e provedores de conteúdo, o segundo ganhou força com o transporte aéreo de passageiros e a maior operação de aeroportos.

As outras duas altas ocorreram em serviços prestados às famílias (4,1%) no segmento de alojamento e alimentação, e nas atividades chamadas de outros serviços (1,5%), no segmento serviços financeiros auxiliares.Por outro lado, os serviços profissionais, administrativos e complementares recuaram 0,4% em agosto e voltaram a ficar 0,2% abaixo do patamar pré-pandemia. Segundo o IBGE, o último resultado mensal nesses segmentos foi considerado uma acomodação do ritmo de crescimento depois de três altas seguidas.

O índice de atividades turísticas, por sua vez, cresceu 4,6% em agosto na comparação com julho. Após quatro resultados positivos, acumula avanço de 49,1% desde maio, mas ainda está 20,8% abaixo do patamar de fevereiro de 2020.

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