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OMS diz que ômicron não deve ser chamada de ‘branda’

Da Redação

07 de janeiro de 2022(atualizado 28/12/2023 às 22h17)

Alta taxa de transmissão pode levar a novo colapso da rede hospitalar, mesmo com variante menos letal, segundo agência

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FOTO: DENIS BALIBOUSE/REUTERS – 28.02.2020

O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, um homem negro, de bigode, óculos e cabelo grisalho, fala ao microfone. Atrás dele há um painel azul da OMS

Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da OMS

O diretor da OMS (Organização Mundial da Saúde), Tedros Adhanom Ghebreyesus, disse nesta quinta-fira (6) que aembora a ômicron pareça ser menos grave em comparação com a delta, especialmente entre os vacinados, isso não significa que ela deva ser classificada como branda.

Estudos sugerem que a nova variante tem menos probabilidade de deixar uma pessoa infectada em estado grave, quando comparada à delta. Entretanto, como ela é muito mais transmissível, sua disseminação vem sobrecarregando os sistemas hospitalares, o que reduz as chances de atendimento e aumenta o risco de morte.

O número global de casos de covid-19 subiu 71% na primeira semana de janeiro. Nas Américas, esse crescimento foi de 100%. Em todo o mundo, 90% dos casos mais graves ocorreram entre pessoas que não foram vacinadas, segundo a OMS.

Assim como as variantes anteriores, a ômicron está hospitalizando e matando pessoas. Na verdade, o tsunami de casos é tão grande e rápido que está sobrecarregando os sistemas de saúde em todo o mundo , disse Tedros.

Com a ômicron, o Reino Unido enfrenta superlotação hospitalar, com falta de pessoal médico. Na França, onde também há falta de pessoal, médicos com covid-19 foram autorizados a continuar atendendo . No Brasil, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse nesta sexta-feira (7) que estuda reduzir o tempo de isolamento de pessoas infectadas de dez para cinco dias. A ômicron já compõe 92% dos casos de covid-19 no país, segundo levantamento.

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